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Cidade
Histórica, tombada pelo Patrimônio Histórico,
o pequeno vilarejo foi fundado em 1667.
O
turista que vem à Paraty encontra um destino turístico
privilegiado: um dos mais belos conjuntos arquitetônicos do
tempo Brasil-colônia em excelente estado de conservação.
Esta jóia do século XVII está incrustada numa
reserva florestal cortada por trilhas, riachos e cachoeiras belíssimas
e uma baía com águas limpas, com 300 praias e 65 ilhas.
É fácil sentir a forte presença
da natureza em cada praia ou ilha, porém vale lembrar que
a arquitetura daqui é diferente, não tem a suntuosidade
das construções históricas da Bahia nem a riqueza
das igrejas de Minas.
A
beleza de Paraty consiste nos detalhes singelos de cada beco, nos
desenhos maçônicos, nas esquinas das casas, da árvore
que brota no muro, os pés de moleque, a eira e a beira das
casas coloniais ou de uma janela entreaberta.
Se você tiver sorte e presenciar a maré
alta entrando pelas ruas do Centro Histórico entenderá
por que um famoso jornalista intitulou Paraty como a “Veneza
brasileira”.
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Podemos
afirmar que o turismo na cidade hoje tem três vertentes: o
turismo cultural, o turismo marítimo e o turismo ecológico.
Para este último, as trilhas e cachoeiras inseridas na vegetação
típica de Mata Atlântica, proporcionam experiências
inesquecíveis.
A fauna e a flora da região são riquíssimas
e guardam espécies em extinção.
O
isolamento do município por tanto tempo - há 30 anos
atrás era sinônimo de decadência - hoje se sabe,
foi o maior responsável pela sua economia: o turismo.
Esse
tempo que os moradores tiveram pouco acesso ao que estava acontecendo
fora daqui, foi responsável pela preservação
da cultura, arte, culinária, festas e principalmente o patrimônio
histórico e ambiental de Paraty e milhares de turistas que
chegam hoje à cidade querendo conhecer um pouco disso tudo.
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